Subtle - Sutil ( From inside project)
From inside project
(English)
Yes! I am concluding another literary project here: "From Inside" ("Vem de Dentro," in Portuguese). Its core consisted of highly personal feelings and thoughts, deeply rooted in specific moments or situations. Much like a passport stamp—used in the past to record one’s presence in a particular place at a particular time—I have expressed, as best I could, the unique nuances of the moments I experienced. With the 15th poem, titled "Subtle" ("Sutil"), I bring the "From Inside" project to a close. I can also share with the reader that I am already working on my next project, which will begin soon. Thank you to everyone who followed this project, whether in part or in its entirety!
Subtle
Today I wanted to create an almost transparent poem—devoid of meter, rhyme, or a specific subject , yet as transformative as salt
In this poem, I depict the neglected town square of a small city , a place that serves as the center of everything , though its inhabitants are not even aware of its significance
Today I wanted to create a poem that would not signify the end of the project ; for, on this very day , a new reader might be introduced to my writing , and what could be an ending might instead become a beginning
The words here carry no inherent bias or polarity—and yet , they might still stir a sense of desire or disdain in a reader, who finds themselves confronted with something that defies any personal , logical categorization
Today, my poem run away with no destination , until exhaustion sets in and a forced pause allows for evaporation—dissipating what was once concrete into the air
Each word chosen , repositioned , and refined—gradually departs from the screen / page , returning to the blank space: the source of all possibilities
Today , one of my hands waves to what has been , while the other clasps the hand of what is arriving (without a tight grip). My smile reflects the satisfaction of another task completed—steeped in a flame that serves as a (selective) open door to all that comes and goes
de Sousa
art, sounds, and poetry
2026
(Português)
Sim! Encerro aqui mais um projeto literário , o projeto "From inside" ou em português: " Vem de dentro", que teve como "fulcro" , sentimentos e pensamentos muito pessoais e com forte carga do momento ou situação específica. Como o carimbo (usado no passado) em um passaporte que registrava a presença local em função do tempo , eu expressei como pude minhas peculiaridades referentes ao momento que as vivi. Com o 15 poema intitulado " Sutil" , encerro o projeto "Vem de dentro" e já posso adiantar ao leitor que estou trabalhando no próximo projeto que logo será iniciado. Obrigado a todos que acompanharam em parte ou de forma integral esse projeto!
Sutil
Hoje eu quis criar um poema quase transparente , sem métrica , sem rima , sem especificidade de tema mas transformador como o sal
Nesse poema , eu represento a praça mal cuidada de uma cidade pequena , que é o centro de tudo , mas os habitantes sequer têm consciência de sua importância
Hoje eu quis criar um poema que não representasse o fim do projeto pois exatamente hoje , um novo leitor pode ser apresentado ao que escrevo e o fim se tornar início
As palavras aqui não terão viés ou polaridade , talvez , ainda assim , despertem a vontade ou desprezo de algum leitor que será confrontado com algo que não pertence a qualquer categorização lógica pessoal
Hoje meu poema caminha sem destino , até que o esgotamento se faça presente e a parada obrigatória permita a evaporação , dissipando o que é concreto no ar
Cada palavra escolhida , realocada , trabalhada em processos de refinanciamento , pouco a pouco deixam a tela/papel e voltam ao branco , gerador de todas as possibilidades
Hoje uma de minhas mãos acena ao que foi , enquanto a outra , enlaça as mãos do que chega (sem apertar) e o sorriso reflete uma satisfação por mais um trabalho concluído , embebido na chama que é porta aberta (seletiva) ao que vem e vai.
de Sousa
art , sounds n poetry
2026
(Espanol)
¡Sí! Concluyo aquí otro proyecto literario: el proyecto "From inside" —o en español, "Viene desde adentro"—, que tuvo como eje central sentimientos y pensamientos muy personales, cargados de la intensidad de un momento o situación específica. Al igual que el sello que antaño se estampaba en un pasaporte para registrar la presencia en un lugar durante un tiempo determinado, he expresado, lo mejor que he podido, mis particularidades tal como las viví en aquel instante. Con el decimoquinto poema, titulado "Sutil", cierro el proyecto "Viene desde adentro"; puedo adelantar al lector que ya estoy trabajando en el siguiente proyecto, que comenzará muy pronto. ¡Gracias a todos los que han seguido este proyecto, ya sea en parte o en su totalidad!
Sutil
Hoy quise crear un poema casi transparente: sin métrica, sin rima, sin un tema específico, pero transformador como la sal
En este poema, represento la plaza descuidada de una pequeña ciudad ; el centro de todo ,, aunque sus habitantes ni siquiera son conscientes de su importancia
Hoy quise crear un poema que no marcara el final del proyecto, pues precisamente hoy un nuevo lector podría descubrir lo que escribo, convirtiendo así el final en un comienzo
Las palabras aquí no tienen sesgo ni polaridad; aun así, tal vez despierten el interés o el desprecio , de algún lector que se vea confrontado con algo que no encaja en ninguna categorización lógica personal
Hoy mi poema camina sin rumbo, hasta que el agotamiento se hace presente y la parada obligatoria permite la evaporación, disipando lo concreto en el aire
Cada palabra elegida, reubicada, trabajada en procesos de refinamiento, poco a poco abandona la pantalla o el papel y regresa al blanco, generador de todas las posibilidades.
Hoy, una de mis manos saluda a lo que fue, mientras la otra entrelaza las manos de lo que llega (sin apretar), y la sonrisa refleja la satisfacción por un trabajo más concluido, imbuido en la llama que es puerta abierta (selectiva) a lo que viene y va.
de Sousa
arte, sonidos y poesía
2026
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